quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Por que piscamos?



Todos nós piscamos de 15 a 20 vezes por minuto. Em algumas ocasiões, o ato de piscar é involuntário, ou seja, nem percebemos que estamos piscando, semelhantemente ao que ocorre no ato de respirar. Que a respiração é fundamental, pois permite ao corpo absorver o oxigênio que ele precisa, nós já sabemos. E o ato de piscar, qual sua importância? Por que piscamos?

A primeira explicação para esse mecanismo é que através dele, agentes externos, como poeira ou outros minúsculos elementos, são impedidos de entrar em contato direto com a córnea. Além dessa, a outra função do mecanismo é a lubrificação da superfície ocular.

As lágrimas, produzidas a todo o momento pelas glândulas lacrimais, são extremamente importantes para a lubrificação constante dos olhos. Quando piscamos, esse líquido é espalhado por todo o olho, permitindo a lubrificação do mesmo, além de proporcionar uma limpeza natural da córnea. Quando estamos na frente da televisão ou do computador, a luminosidade desses aparelhos causa a evaporação do líquido lacrimal, ocasionando a tensão dos músculos dos olhos e uma maior dificuldade em realizar o movimento de abrir e fechar os olhos, na chamada Síndrome da Visão do Usuário de Computador ou CVS. 

Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/curiosidades/por-que-piscamos.htm

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Porque vemos miragens no deserto?

Um lago rodeado de palmeiras no meio do deserto.  Isso é o que se chama de oásis. Ou melhor, seria um oásis, se não fosse apenas uma miragem. É sempre assim que acontece nos desenhos animados: o viajante cansado e com sede corre em direção àquele oásis tropical e somente quando está prestes a mergulhar é que o lago, junto com todas as palmeiras, desaparece. 

É verdade que esse tipo de miragem é apenas ficção, mas as miragens realmente existem e podem fazer parecer que há água onde não tem. Ao contrário do que acreditam muitas pessoas, as miragens não são uma alucinação provocada pelo forte calor. Elas são um fenômeno óptico real que ocorre na atmosfera e que pode inclusive ser fotografado. 

Você também não precisa estar num deserto para ver uma miragem. Elas acontecem com uma certa frequência, por exemplo, em grandes rodovias em dias de calor intenso. De longe, você vê a imagem de um veículo que parece refletido no asfalto da estrada, dando a nítida impressão de que o asfalto está molhado e que o veículo foi refletido por uma poça d’água. Mas, conforme você se aproxima, percebe que a rodovia está completamente seca.  

O termo miragem tem origem na expressão francesa se mirer que significa mirar-se, ver-se no espelho. As miragens se formam a partir de um fenômeno chamado pelos físicos de refração – que nada mais é do que o desvio dos raios de luz.

Devido ao calor intenso, forma-se uma camada de ar quente junto ao solo. E esse ar é menos denso do que o ar da camada situada imediatamente acima, mais frio. Como os raios de luz se propagam mais rápido no ar quente, eles encurvam-se para cima. Mas, como o nosso cérebro interpreta que a luz percorreu um caminho retilíneo, o que nós vemos é a imagem do objeto, que pode ser uma palmeira, por exemplo, invertida, como se estivesse refletida em poças de água sobre a estrada, ou um lago no deserto. A água é ilusória, mas a palmeira e sua imagem são reais (veja a figura abaixo). Esse tipo de miragem é chamado de miragem inferior.




Fonte: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=756&sid=9

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Por que as mulheres sentem cólicas menstruais?


Nem todas as mulheres têm cólicas. A cólica menstrualé um dos sintomas que se manifestam no período pré ou intra-menstrual. Geralmente a dor é mais intensa no primeiro dia da menstruação e, em mais de 50% dos casos, é acompanhada de náuseas, vômitos, palidez, dor de cabeça, diarréia, vertigem e desmaios. A cólica menstrual, quanto à sua intensidade, pode ser leve, moderada ou grave. Alguns pesquisadores afirmam que as cólicas podem estar relacionadas a uma maior liberação de prostaglandinas, ácidos graxos que atuam como sinalizadores de vários processos fisiológicos. As prostaglandinas aumentam as contrações uterinas e diminuem o fluxo vascular uterino, aumentando a dor. Aquelas mulheres que possuem uma maior liberação de prostaglandinas terão cólicas mais intensas. As cólicas menstruais também podem ser classificadas como primárias ou secundárias. A primária não apresenta causa orgânica e é o tipo mais comum em adolescentes, inicia na menarca e tem o pico por volta dos 20 anos, depois começa a diminuir. A cólica secundária possui uma causa orgânica, que pode ser: inflamações pélvicas, varizes pélvicas, endometriose, miomas, uso de DIU, cistos ovarianos ou malformações congênitas do trato urinário. 

Fonte: http://www.qued.com.br/site/index.php/duvidas/Por-que-as-mulheres-sentem-colcas-menstruais

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Saiba como acordar cedo e bem. Até nos dias frios.


Ainda não é inverno e as baixas temperaturas atingem várias regiões do Brasil. Vivemos em um país de clima predominantemente tropical onde a maior parte do ano nos deparamos com temperaturas quentes. Quando chega o inverno ou até mesmo o outono, as temperaturas caem e com elas chegam gripes, resfriados e a temida preguiça. Na hora de acordar pra trabalhar, estudar ou ir pra academia, o tempo frio é mais um obstáculo. Pensando nisso, veja algumas dicas de como ter mais ânimo para acordar cedo nos dias mais frios.


  • Durma bem – Não adianta dormir 12 horas por noite se elas forem mal dormidas. Por mais que você durma 6, 7 horas, é essencial que elas te descansem. Você sempre terá dificuldades para acordar se dormir mal.
  • Torne o lugar onde você dorme favorável ao seu descanso – Um ambiente escuro, sem TV ou outros aparelhos que possam atrapalhar seu sono, são grandes aliados para que você tenha uma boa noite de descanso. No frio, prepare sua cama de forma que você não acorde durante a madrugada para se cobrir melhor ou fechar a janela por exemplo.
  • Atenção com o que você come antes de dormir – Evite alimentos que possuam ingredientes energéticos. Na hora de dormir você deve estar relaxado e calmo. Café, refrigerante a base de cola, produtos com xarope de guaraná entre outros podem tornar a tentativa de pegar no sono um desafio. Aproveite o clima frio e beba uma bebida quente como um chá por exemplo.
  • Seja sincero com você mesmo – Entender a importância de não perder a hora, ter compromisso com o que você planejou ou combinou, é o motivo principal para que você acorde na hora que o despertador tocar, seja no frio ou no calor.
  • Saiba exatamente o que você tem que fazer quando acordar – Calcule o tempo que você gasta para tomar banho, escovar os dentes, tomar café quando acorda e sempre deixe alguns minutos de “crédito” para imprevistos. Nos dias mais frios, este tempo extra pode ser usado em um banho mais demorado por exemplo.
  • Odeie menos seu despertador – Ouvir o despertador tocar é um pesadelo para 11 em cada 10 pessoas que precisam acordar cedo. Muitos aparelhos de celular têm a opção de escolher uma música para tocar ao despertar. Aproveite esta função e troque os tradicionais toques por uma música que gosta.
  • Premie sua disciplina – Se você consegue acordar na hora que planeja e no frio mantém sua disciplina, dê uma recompensa para você mesmo. Acordar cedo não é fácil, no frio menos ainda.
  • Agasalhe-se – Você tem a sensação de preguiça no frio porque seu corpo reconhece a queda da temperatura e quer ficar parado para manter o calor. Isto é natural e cientificamente comprovado. Durma bem agasalhado e ao acordar vista uma roupa que mantenha seu corpo quente. Desta forma você “engana” a preguiça e tem tudo para ter um ótimo dia pela frente.
Siga estas dicas e tenha um ótimo dia.

Fonte: http://www.ceviu.com.br/blog/info/dicas/saiba-como-acordar-cedo-e-bem-ate-nos-dias-frios

domingo, 28 de outubro de 2012

Por que a água do mar é salgada?

Toda água contém íons, inclusive a encontrada em rios e lagos. Nos oceanos, a quantidade é maior devido a um processo que começou há milhões de anos. A chuva foi diluindo os minerais presentes na superfície terrestre, carregando-os para o mar. Ao mesmo tempo, vulcões submersos foram lançando elementos químicos na água, contribuindo para o aumento da salinidade. Esses fenômenos ocorrem até hoje.

Estima-se que os oceanos recebam anualmente 2,5 milhões de toneladas de sais variados. Isso quer dizer que os mares ficam mais salgados a cada ano? Não, pois eles também perdem sal. Moluscos, crustáceos, estrelas do mar, ouriços e tartarugas, entre outros animais marinhos, utilizam o sódio e o cálcio diluídos na água para construir suas conchas e carapaças. É por isso que a salinidade média de mares e oceanos ao redor do mundo mantém-se mais ou menos estabilizada em 35% - ou seja, 35 gramas de sais (principalmente cloro e sódio) para cada litro de água.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/agua-mar-salgada-636986.shtml

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Por que sentimos fome?



Comer é algo que fazemos instintivamente e normalmente não procuramos entender as nossas motivações. Sabemos que comemos porque sentimos fome, mas essa resposta é insuficiente para entendermos os mecanismos através dos quais o nosso corpo responde à fome.

De maneira básica, nos alimentamos por que temos necessidades de fornecer energia para o corpo. Em relação ao cérebro, por exemplo, basta alguns minutos sem o suprimento adequado para que se perca a consciência. Esse quadro, se prolongado, pode levar o indivíduo à morte. Desta forma, a razão mais básica pela qual comemos é a manutenção das reservas energéticas em um nível que assegure o abastecimento dos órgãos – em última análise, a manutenção da própria vida.

As reservas energéticas corporais são repostas durante e imediatamente após o consumo de uma refeição. No decorrer desse período a energia é armazenada no fígado e músculo (forma de glicogênio) e no tecido adiposo, gordura (na forma de triglicerois). As células adiposas apresentam uma capacidade ilimitada de armazenamento.

No período sem alimentação (jejum), geralmente entre as refeições, as reservas energéticas são quebradas para fornecer ao corpo um combustível contínuo para as células. Como conseqüência as quantidades de glicogênio (presentes nos músculos e fígado) e o volume de gordura diminuem. Há um balanço adequado desse sistema quando as reservas são respostas na mesma taxa média em que são gastas. Se a ingestão e o armazenamento de energia forem maiores que a utilização, a quantidade de gordura corporal aumenta e, como conseqüência, há um ganho de peso e, em alguns casos, o desenvolvimento de um quadro de obesidade. Se a ingestão de energia não atender às exigências do organismo, há perda de tecido adiposo, o que pode levar o indivíduo a apresentar um quadro de inanição, marcado pela fraqueza e apatia.

Para manter o sistema balanceado, deve haver meios de regular o comportamento alimentar, baseados na reservas energéticas e sua velocidade de reposição. O organismo já tem um poderoso mecanismo para a manutenção de uma faixa de peso. Ele meche na frequência com que se come, quantidade (volume) e tempo de duração.

Fonte: http://nutrimos.wordpress.com/2010/04/06/comportamento-alimentar/

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Por que sentimos coceira?

Quem já não se incomodou com um prurido? Ele é chato, inconveniente e às vezes é tão forte que tira qualquer um do sério! Mas por que sentimos coceira? Qual sua função?

A médica e dermatologista Ana Paula Meski, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que esta sensação é um estímulo neurológico provocado pelas defesas do organismo. É um sinal de alerta quando o organismo detecta que algo não vai bem.

Segundo a dermatologista, temos células na pele, chamadas mastócitos, que recebem o estímulo da coceira na presença de algum processo inflamatório. Quando recebem o estímulo, estas células liberam uma substância chamada histamina que provocam a coceira.

Podemos sentir coceira por diversas causas como picadas de insetos, dermatites, ressecamento da pele e até por problemas emocionais. "O prurido propriamente dito pode ser causado por fundo neurogênico, pode relacionar-se ao estresse", diz ela. Nesse caso, a coceira aparece na pele sem a presença de lesão e suas causas não são detectadas com exames.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI4684071-EI8399,00-Por+que+sentimos+coceira.html

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Por que não há pêlos na palma da mão e na planta do pé?


Porque não teriam utilidade nessas partes do corpo, além de atrapalhar o tato e o caminhar. "Os primeiros mamíferos que surgiram andavam de quatro", diz o dermatologista José Marcos Pereira, da Santa Casa de São Paulo. "As plantas dos pés e o que no futuro se tornariam palmas das mãos eram desgastadas pelo atrito com o solo, e com isso perdiam uma grande quantidade de células." Assim, nunca tiveram pêlos. Mesmo hoje, embora o homem ande ereto, ainda há desgaste. Por isso, a pele da palma e da planta têm características especiais: é bem mais espessa, com maior facilidade de regeneração e sem glândulas sebáceas. Também não existem folículos pilosos - depressões na pele por onde nascem os pêlos.

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/nao-ha-pelos-palma-mao-planta-pe-486717.shtml

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Porque os dedos das mãos e os pés enrrugam quando ficamos muito tempo dentro da água?


A pele é o maior órgão de nosso corpo, podendo atingir até 16% do peso total. E assim, um indivíduo de 70 kg tem aproximadamente 12 kg de pele. E se for esticada, pode atingir de 1,5 a 2 metros quadrados. Ela é responsável pela proteção química e bacteriológica de nosso corpo, regulagem térmica, absorção de choques e vibrações, proteção contra o sol e o tato. Possui três camadas: epiderme, derme e hipoderme. 
 
Na epiderme, que está em contato direto com o ambiente, encontram-se os queratócitos, células ricas em uma proteína chamada queratina que ajuda a evitar a desidratação, ou perda de água, pois é muito resistente e impermeável. A media em que as células vão envelhecendo, são empurradas cada vez mais para a superfície, tornado-se achatadas, cheias de queratina e assim morrem. Esta proteína também mantém as células bem unidas, diminuindo os espaços de perda de água.
 
Quando ficamos muito tempo dentro dágua, a epiderme absorve muita água pois é a queratina que absorve muita água, tal como uma esponja, e se expande. E ela se estica na direção do comprimento do dedo. Portanto, a epiderme infla somente naquela direção. Mas a camada de baixo, a derme, não absorve tanta água assim. E desta forma ocorre o enrugamento. Se toda a pele absorvesse água, o aumento seria uniforme e os dedos ficariam mais gordos.

Fonte: http://rived.mec.gov.br/atividades/biologia/osmose/223.pdf

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

10 maneiras de evitar brigar com alguém

Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).

Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson



1 – Meça suas emoções

Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.

Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.

Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).

Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
 
2 – Tome fôlego

Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
 
3 – Verifique se as coisas são realmente tão ruins quanto você pensa

Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.

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4 – Lembre-se da sua meta

Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.

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5 – Atenção à linguagem

Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.

No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
 
6 – Seja suave

É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.

Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
 
7 – Ouça

Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.

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Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
 
8 – Seja positivo

Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.

Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.

Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
 
9 – Pense no futuro

Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.
 
10 – Há força na fraqueza

Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

Fonte: http://hypescience.com/10-maneiras-de-evitar-brigar-com-alguem/