Uma perda súbita da consciência associada a uma impossibilidade de permanecer em pé. Os desmaios atingem pessoas de diferentes idades e podem ter diferentes causas, segundo o neurologista Carlos Roberto Rieder, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. De acordo com o médico, o desmaio é decorrente da diminuição do fluxo sangüíneo no cérebro.
O mais comum é o que os médicos chamam de síncope vaso-vagal. "Quando uma pessoa está sentada e levanta bruscamente, por exemplo, os vasos sangüíneos precisam diminuir o calibre para manter o fluxo de sangue no cérebro. Para algumas pessoas, esse reflexo é reduzido, diminuindo a pressão e demorando mais para que o sangue chegue ao cérebro", diz o médico.
A síncope costuma ter alguns sintomas prévios - como fraqueza, palidez, calor, náusea, tontura, dor de cabeça ou palpitações -, que podem durar de poucos segundos a minutos. Segundo Rieder, os idosos estão mais propícios a ter desmaios, principalmente ao acordar durante a noite para ir ao banheiro.
"É importante alertar para que, antes de se levantar, eles se sentem na cama, para facilitar a circulação", ressalta. O professor diz ainda que outras causas comuns para os desmaios são cardiogênicas, como arritmia cardíaca ou outras situações que alterem o bombeamento de sangue ao cérebro.
O código de barras é uma representação gráfica de dados numéricos que pode ser decodificada por meio de um scanner. Essa tecnologia, amplamente utilizada nas lojas e supermercados para identificar produtos e preços, surgiu nos Estados Unidos, em 1970.
A invenção do código de barras deu vida nova ao comércio varejista, pois tornou o atendimento mais rápido e eficiente, diminuindo as filas na hora do pagamento.
O primeiro sistema de codificação de produtos foi patenteado por Bernard Silver e Norman Woodland, do Drexel Institute of Technology. Já o sistema utilizado nos dias de hoje foi desenvolvido pela IBM, em 1973.
No Brasil, o uso do código de barras começou na década de 80.
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É isso, parece incrível, mas nosso
paladar é limitado a apenas 5 ou 6 gostos diferentes (doce, salgado,
ácido, amargo, etc…) o resto é tudo cheiro!!!! Sim… Chocolate, pêra,
maçã, batata frita e tantos outros sabores são construídos pelo cérebro a
partir dos cheiros que os alimentos exalam, ou seja, moléculas dos
alimentos sobem ao nariz enquanto a comida está na boca sendo mastigada.
Bom, tudo é culpa do de uma parte do
córtex cerebral. Os neurônios dessa região combinam sinais de olfato, do
paladar e ainda do tato (é preciso conhecer a textura do alimento, se
está quente ou frio etc..). Das milhares de combinações possíveis,
nascem o que chamamos de sabores! É por isso que quando estamos
gripados, com nariz entupido, não sentimos o sabor da comida, pois só
nos restam o tato (quente, frio, cru, ralado, etc) e o gosto (amargo,
doce, azedo, etc).
Mas então para que serve o paladar, se
ele não é tão importante para formar o sabor? A função do paladar é
detectar sais, açúcares, íons de hidrogênio, aminoácidos, etc… e enviar
essa informação para o hipotálamo (estrutura que regula o funcionamento
do corpo), partindo da informação recebida, o hipotálamo se encarrega de
ir preparando a digestão com antecedência. E isso funciona tão bem, que
até hoje você não tinha notado a verdadeira função do paladar e muito
menos a importância do olfato.
Quando você sente vontade de comer algo doce, ou salgado, significa que o hipotálamo detectou a deficiência de determinados ácidos, aminoácidos ou sais presentes nesses alimentos!
Um novo
estudo da Universidade do Sudoeste do Texas (EUA) descobriu que dormir até mais
tarde no fim de semana não recupera o sono perdido durante a semana; na
verdade, deixa as pessoas ainda mais cansadas e torna mais difícil para elas
acordar na segunda-feira.
“Um
grande mito da privação do sono é que dá para recuperar o atraso da semana no
fim de semana”, explica o Dr. Gregory Carter, especialista em medicina do sono.
Porém, o que
o estudo concluiu foi que as horas extras na cama interrompem o ciclo
circadiano, que regula o relógio biológico interno. Como o ciclo dura cerca de
24 horas, a permanência na cama por mais tempo do que o normal no fim de semana
confunde o relógio do corpo, resultando em maior cansaço quando as pessoas
tentam voltar ao seu padrão normal.
Dormir mais cedo x acordar mais tarde
O corpo é
capaz de acomodar um atraso de até uma hora no relógio circadiano. No entanto,
atrasos de até duas horas ou mais acabam com a sincronia do organismo. Isso
significa que dormir até tarde no domingo com certeza vai impedir que você
consiga dormir cedo no mesmo domingo e vai ser ainda mais difícil sair da cama
na manhã seguinte – a segunda de trabalho.
O Dr.
Carter explica que a abordagem mais eficaz é ir para a cama mais cedo, em vez
de dormir até tarde no fim de semana, a fim de obter a quantidade ideal de
descanso (as oito horas por noite) e continuar acordando no tempo normal.
Mas quem
é que consegue dormir cedo no sábado, não é mesmo? Se não conseguir, pelo menos
levante normalmente no domingo, para dormir mais cedo e acordar normalmente na
segunda-feira.
Outro
alerta é contra a soneca: nada de descansar apenas “mais alguns minutinhos”
depois de uma noite mal dormida. Ficar enrolando para levantar pode fazer as
pessoas se sentirem piores do que simplesmente sair da cama.
A "explosão"
de um grão de pipoca quando aquecido é o resultado da combinação
de 3 características:
1. O interior do
grão (endosperma) contém, além do amido, cerca de 14% de
água.
2. O endosperma é um excelente condutor de calor.
3. O exterior do grão (pericarpo) apresenta grande resistência
mecânica e raramente possui falhas (rachaduras).
Quando aquecido
intensamente, a água no endosperma sofre vaporização, criando
uma grande pressão dentro do grão. O pericarpo atua como uma panela
de pressão, evitando a saída do vapor de água até
que uma certa pressão limite seja atingida. Neste ponto, ocorrem duas
coisas: o grão explode, com som característico (pop!) e o amido
do endosperma incha abruptamente, criando aquela textura macia.
O choque elétrico é causado por uma corrente elétrica que passa através do corpo humano (ou qualquer outro animal).
O pior choque é aquele que se origina quando uma corrente elétrica
entra pela mão da pessoa e sai pela outra (porque ele passa por regiões
fundamentais do nosso corpo, como nosso coração).
Até aí, tudo bem. Só tem um probleminha: às vezes, a gente leva
choque só de encostar em objetos ou outras pessoas, que aparentemente
não deveriam dar choque por não estarem ligados à corrente elétrica.
Certo?
Errado.
Infelizmente, não é preciso estar ligado a uma corrente elétrica para
conduzir eletricidade. O corpo humano, por exemplo, é condutor de
eletricidade, assim como outros materiais.
Choques improváveis
Nosso corpo é geralmente eletricamente neutro: isso significa que
apresenta, em sua estrutura, o mesmo número de prótons e elétrons.
Porém, nós podemos apresentar desequilíbrio nesse número.
Esse desequilíbrio geralmente ocorre através do acúmulo de cargas estáticas. A eletricidade estática é a carga elétrica em um corpo cujos átomos apresentam um desequilíbrio em sua neutralidade.
Quando existe um excesso de elétrons em relação aos prótons, diz-se
que o corpo está carregado negativamente. Quando existem menos elétrons
que prótons, o corpo está carregado positivamente.
Esse acúmulo é normalmente provocado pelo processo de eletrização por
atrito, que é mais expressivo em dias secos. Isso porque o ar seco
dificulta a dissipação da carga elétrica, o que favorece o choque.
Gotículas de água em suspensão, ao contrário, facilitam a dispersão. Nos
dias úmidos, então, essa sensação é mais rara.
O carro, por exemplo, atrita com o ar quando se movimenta. Ele até
pode acumular um pouco de carga elétrica, mas essa se dissipa por meio
de qualquer saliência no veículo, como a antena (este é o princípio do
para-raios).
Ou seja, o carro não é um bom condutor de eletricidade. Mas, como já
dissemos, nós somos. E nós podemos acumular cargas elétricas devido ao
atrito entre a nossa roupa e o tecido do banco do veículo, por exemplo,
principalmente nos dias de inverno seco, quando as pessoas usam blusas
de lã, material que se eletriza facilmente por atrito.
Abaixo você pode ver como este fenômeno é perigoso em postos self
service. A moça neutralizou sua carga quando tocou no carro para abrir a
tampa do tanque, mas quando entrou no carro novamente durante o
abastecimento o atrito de suas roupas com o banco a recarregou
eletricamente. Quando ela tocou na bomba de combustível inflamou a
gasolina que evaporava do tanque.
No processo de eletrização por atrito, os corpos atritados adquirem
cargas de mesmo módulo, porém de sinais opostos, ficando carregados
eletricamente. E o que acontece quando eles tocam em outro corpo
condutor? Choque!
A diferença na quantidade de cargas positivas e negativas ocasiona o
movimento ordenado dessas cargas elétricas, gerando a corrente elétrica.
A passagem dessa corrente por um determinado corpo (condutor) é o que
ocasiona o choque elétrico.
Claro que o choque elétrico, nesses casos, é de baixa intensidade, e o
desconforto parece ser maior por que, em geral, somos pegos
“desprevenidos”. A duração do choque também é bastante curta, porque
logo as cargas se neutralizam.
Além das pessoas, objetos também podem ficar eletricamente carregados.
Por exemplo, nós falamos que o volante do veículo e outros materiais
que o motorista mantém contato são maus condutores de cargas elétricas.
Agora, se a pessoa toca na porta do carro que, por ser feita de metal, é
boa condutora de cargas elétricas, pode sentir um choque.
Ainda assim, ironicamente, somos nós que estamos “dando choque” no
carro, já que somos nós que estamos descarregando cargas elétricas nele.
E porque tem algumas pessoas que “dão mais choque” que outras, ou
seja, dão choque com mais frequência? Teorias da conspiração à parte,
isso pode ter a ver com o fato dos materiais e situações a que ela é
exposta diariamente. Por exemplo, uma pessoa que trabalha com
equipamentos elétricos está em constante contato com materiais
carregados e condutores.
E tem como fugir dos choques inesperados? Não totalmente. Isso porque
milhares de situações diárias levam a eletrização por atrito, e são
muitas pessoas e objetos condutores ficando carregados e encostando uns
nos outros.
Por exemplo, é comum crianças reclamarem que levaram algum choque
depois de descerem em escorregadores de plástico. O atrito pode as
deixar carregadas e, ao tocarem em outras crianças ou encostarem em
grades metálicas, elas descarregam eletricamente, levando choque.
Usar uma toalha no banco do carro ou no escorregador, por exemplo,
diminui o atrito e a eletrização, mas quem faz isso, não é mesmo?
Outra coisa que gera carga elétrica é usar uma meia fina e esfregar
os pés em um tapete (atrito). Se quiser fazer a experiência em casa, vai
poder comprovar que ficou carregado descarregando sua carga em outra
pessoa (mas, por favor, seja bonzinho e garanta que a pessoa está
disposta a levar um pequeno choque antes de eletrizá-la, legal?).
Pacientes com distrofia muscular (e gente que quer ficar forte, mas
tem preguiça de ir à academia) vão gostar dessa: estudo recente revelou
que inibir a produção de uma proteína específica pode resultar em ganho
de massa muscular sem necessidade de exercícios físicos ou dietas.
Para chegar a essa conclusão, a equipe de pesquisadores comparou dois
grupos de cobaias: no primeiro, os participantes tiveram o gene
produtor da proteína Grb10 bloqueado enquanto ainda estavam no útero; no
segundo, as cobaias não passaram por qualquer intervenção.
Ao comparar os músculos tanto de ratos recém-nascidos como de adultos
dos dois grupos, os pesquisadores perceberam que aqueles que não
produziam a Grb10 eram consideravelmente mais fortes. Além disso, os
resultados sugerem que as mudanças causadas pela inibição da proteína
ocorreram principalmente durante o desenvolvimento pré-natal.
Pequenos Hulks
“Ao identificar um novo mecanismo regulador de desenvolvimento
muscular, nosso trabalho revelou novas estratégias em potencial para
aumentar massa muscular”, destaca Lowenna J. Holt, do Programa de
Pesquisa em Diabetes e Obesidade do Instituto de Pesquisa Médica de
Garvan (Austrália).
Como os processos envolvidos em regeneração e reparo de músculos são
similares aos de formação inicial, os resultados do estudo apontam que,
no futuro, talvez seja possível acelerar o crescimento ou a recuperação
muscular – o que pode beneficiar pacientes de distrofia muscular,
diabetes tipo 2 ou outras doenças que afetem os músculos.
Apesar dos avanços, porém, ainda são necessários mais estudos a
respeito dos mecanismos de ganho de massa muscular. Assim, para quem tem
condições de segui-lo, o método convencional permanece a melhor opção:
exercícios constantes e direcionados, acompanhamento profissional, boa
alimentação, boa rotina de sono e uso supervisionado de suplementos
alimentares.
Antes de encerrar, uma curiosidade: a Grb10 foi apelidada pelos
pesquisadores de “proteína Hulk” – o que soa meio contraditório, já que
ela não ajuda a ganhar músculos, mas justamente o oposto. Não seria o
caso de chamá-la de “proteína Bruce Banner”?
Cientistas britânicos e holandeses estão usando uma bactéria
encontrada no solo como forma de levar medicamentos contra o câncer a
tumores.
Os esporos da bactéria Clostridium sporogenes podem crescer dentro de
tumores onde não há oxigênio. Os pesquisadores foram capazes de
modificar geneticamente uma enzima dentro da bactéria para ativar um
medicamento contra o câncer.
Os esporos crescem apenas dentro de tumores sólidos, tais como no
cérebro, mama e próstata, e não em outros tecidos do corpo, onde o
oxigênio está presente.
Os pesquisadores têm estudado as possibilidades de “vetores” de
Clostridium entregarem os medicamentos contra o câncer há décadas. No
novo estudo, os cientistas foram capazes de modificar geneticamente uma
versão melhorada de uma enzima em C. sporogenes.
Em testes com animais, uma droga foi injetada na corrente sanguínea, e
se tornou ativa somente quando foi acionada por esta enzima. Em
seguida, destruiu apenas as células em sua vizinhança – as células do
tumor (esporos de Clostridium só crescem em ambientes sem oxigênio, ou
seja, o centro de tumores sólidos).
“Este é um fenômeno totalmente natural, que não requer alterações
fundamentais e é perfeitamente específico. Podemos explorar esta
especificidade para matar as células tumorais, mas deixar o tecido
saudável intacto”, disse o autor da pesquisa, Nigel Minton.
A equipe agora está planejando trabalhar com outros pesquisadores para fazer testes em paciente, que devem começar em 2013.