domingo, 6 de maio de 2012

5 Coisas envolvendo números



1. Todos temos 300 ossos quando nascemos, mas chegamos a adultos apenas com 206.


2. Por cada sílaba que o homem fala, 72 músculos entram em movimento. Para sorrir, são utilizados 14 músculos. Para beijar, 29.

3. O intestino delgado mede entre 6 a 9 metros. O intestino grosso tem 1,5 metros, mas é 3 vezes mais largo.

4. O corpo humano é formado por 70% de água, que corresponde a metade do nosso peso. No organismo, a água transporta alimentos, resíduos e sair minerais; lubrifica tecidos e articulações; conduz glicose e oxigênio para o interior das células, e regula a temperatura.

5. Se não exercitarmos o que aprendemos, esquecemos 25% em seis horas, 33% em 24 horas e 90% em seis meses.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/131-curiosidades-sobre-numeros.html

sábado, 5 de maio de 2012

Por que uma música gruda na nossa cabeça?

Esse fenômeno todo mundo já experimentou: ficar com uma certa música ou melodia na cabeça por dias, sem parar.
E por isso acontece? Segundo a Dra. Vicky Williamson da Universidade Goldsmith, pode ser que a nossa memória processa certa música de uma forma que faz com que nossos cérebros sejam particularmente propensos a recuperá-la espontaneamente.

Ou seja, uma canção pode ser desencadeada em nossa mente por uma palavra encontrada nas letras, ou por sentimentos como estresse ou surpresa, que correspondem a uma memória particular na qual você estava ouvindo a música.

Por exemplo, ler a palavra “Delícia” em uma marca de margarina faz você lembrar da música do Michel Teló a ponto de cantá-la o dia todo. Ou, em um dia que você está triste, sente vontade de ouvir repetidamente uma música que lhe traz lembranças.

Muitas pessoas relatam casos de músicas grudentas desencadeadas por estresse. Por exemplo, uma mulher alegou que certa canção de Nathan Jones tem lhe assombrado desde que grudou em sua cabeça enquanto esperava para um exame com 16 anos. Ela se lembrou espontaneamente da música em todos os momentos estressantes que passou depois disso, inclusive seu casamento e o nascimento de seu filho.

A causa disso pode ser o fato de que o nosso cérebro codifica as músicas em uma variedade de maneiras diferentes, porque elas estimulam vários sentidos diferentes. As músicas também podem carregar fortes associações pessoais e emocionais, que tornam as pessoas mais propensas a lembrar dela.

Surpreendentemente, a pesquisadora Vicky descobriu que a composição da música (por exemplo, se é uma música que “pega”) não é especialmente importante para determinar se lembraremos dela ou não.
Em um experimento em que as pessoas tinham que contar suas histórias sobre músicas grudentas, apenas algumas foram listadas por mais de um usuário. Fatores como quão recentemente e frequentemente ouvimos a música são mais importantes. “Às vezes cinco ou seis pessoas relatam que não esquecem a música de um novo filme, porque acabaram de vê-lo”, diz Vicky.

Fonte: http://hypescience.com/porque-uma-musica-gruda-na-nossa-cabeca/

Por que usamos aliança no 4º dedo?

Algumas histórias têm explicações diferentes. Existem muitas versões para o costume da aliança como símbolo de compromisso, mas nenhuma foi realmente comprovada.

Os egípcios acreditavam que nesse dedo (anelar) existe uma veia que está ligada diretamente ao coração. Então, a aliança colocada sobre essa veia estaria também ligada ao símbolo do amor.

Na Inglaterra medieval, a noiva usava inicialmente a aliança no dedo polegar (era moda nessa época) e no casamento o noivo ia mudando a aliança de dedo, enquanto recitava “Em nome do pai, do Filho e do Espírito Santo”. A cada menção, um dedo. Assim, do polegar chegava ao anelar e aí permanecia para sempre.

Outra é a de que o dedo anelar, da mão esquerda é o menos utilizado de todos os dez dedos. Dessa forma, a aliança ali corria menos riscos e estava mais protegida. Assim, também o amor do casal.

No entanto, a melhor explicação vem dos chineses. Vejam o vídeo abaixo:



Fonte: http://www.insoonia.com/por-que-usamos-alianca-no-dedo-anelar/

Por que temos dor de cabeça?

As dores de cabeça podem ser classificadas em três tipos principais. A enxaqueca e a cefaléia cervicogênica e a tensional.

Quais são os principais tipos de dor de cabeça?
As dores de cabeça, ou cefaléias, podem ser classificadas em três tipos principais. A enxaqueca representa cerca de 60% dos casos e é criada por substâncias químicas produzidas pelo próprio cérebro. Os outros 40% dos casos são predominantemente causados pela cefaléia cervicogênica e pela tensional. A cefaléia cervicogênica é provocada pela compressão dos nervos occipitais, que ficam na parte de trás da cabeça, explica o neurologista Edgard Rafaelli Júnior, da Sociedade Brasileira de Cefaléia. A dor que surge por ressaca de uma bebedeira, por cansaço ou por qualquer outro motivo cotidiano é chamada de cefaléia tensional episódica. Sabe-se que também é causada por substâncias produzidas pelo cérebro, mas seu mecanismo não é conhecido.

Outros tipos de dores também incomodam. Uma delas é aquela provocada por deficiências da visão, como hipermetropia e astigmatismo, mais rara do que se imagina e geralmente localizada no olho afetado. Recentemente, descobriu-se que o uso excessivo de analgésicos provoca também a cefaléia crônica diária. Ela acontece quando o organismo deixa de produzir a endorfina, um tipo de anestésico que ajuda a reduzir a dor. O uso prolongado de analgésicos pode inibir a produção da endorfina, diminuindo as defesas naturais. É recomendado que toda pessoa que sinta dor de cabeça mais de uma vez por mês procure um neurologista. Todo tipo de cefaléia pode ser tratado e alguns têm cura, diz Rafaelli.

Enxaqueca .O cérebro produz noradrenalina, substância que transmite impulsos elétricos entre as células. Depois de várias reações, a noradrenalina libera outras duas substâncias (P e CGRP) que inflamam as artérias do crânio.

Dia a dia

A dor que surge em ressacas ou períodos de cansaço também é provocada por substâncias produzidas pelo cérebro, mas ignora-se como elas agem. Não são as mesmas da enxaqueca porque o incômodo é mais fraco e menos constante.

Pescoço

Na cefaléia cervicogênica, uma pequena lesão na coluna cervical faz o músculo trapézio pressionar os nervos occipitais. A dor começa no pescoço e pode passar para toda a cabeça.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=53534.0

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Por que sentimos frio quando estamos com febre?


A febre funciona como um alarme de que alguma infecção (seja por vírus, seja por bactérias) está atacando o organismo. Ela dá o sinal para acelerar a produção dos anticorpos que irão combater a doença e é essa atividade mais intensa em nosso organismo que aumenta sua temperatura. A sensação de frio ocorre porque o corpo passa a perder calor muito rapidamente, a partir do momento em que os vasos sangüíneos da pele se dilatam irradiando mais calor para o exterior. "Além disso, como os seres humanos têm sua temperatura equilibrada com a do ambiente (cerca de 37ºC), ao se aquecer a pessoa passará a sentir o ambiente mais frio. 

Por isso, embora o corpo esteja quente, a temperatura externa parecerá relativamente mais baixa", afirma o neurologista Paulo Monzillo, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Outro fator que contribui para reforçar a sensação de frio é o aumento da transpiração, que, ao evaporar sobre a pele, também tem a função de resfriar o corpo.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-sentimos-frio-quando-estamos-com-febre

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mascar chiclete faz mal para o estômago?


Não se sabe se o hábito de mascar gomas surgiu com índios guatemaltecos, que mascavam uma resina de árvore para estimular a salivação; se é uma herança da civilização maia; ou ainda se é resquício de um costume da Grécia Antiga, onde se mascava a resina de uma árvore para melhorar o hálito. A origem do “antepassado do chiclete” pode ser misteriosa, mas a invenção do chiclete moderno, bem próximo ao que conhecemos hoje, é mais famosa: ele foi criado por Thomas Adams Jr., em 1872. Difundido durante as grandes guerras mundiais, quando era considerado praticamente uma terapia contra o estresse causado pelos conflitos, hoje o chiclete é uma verdadeira mania  mundo afora.

Contudo, é importante lembrar que mascar chiclete o tempo todo não está entre os hábitos alimentares mais saudáveis. O ato de mastigar o chiclete engana o cérebro e o estômago, pois nosso organismo está condicionado a relacionar a mastigação á ingestão de alimentos e, no caso do chiclete, a gente mastiga, mas não ingere nada. Logo que começamos a mascar chiclete, o nosso corpo – que não consegue identificar se o que temos na boca é um chiclete, um pedaço de bolo de chocolate ou uma bela garfada de arroz com feijão – já entra em atividade para iniciar o processo de digestão do alimento. Assim, a produção de suco gástrico é estimulada no estômago.

Como não engolimos nada, e geralmente nosso estômago está vazio, esse suco gástrico, extremamente ácido, acaba atacando a mucosa do estômago – podendo provocar gastrites e úlceras. Segundo pesquisas, não há problema em se mascar um chiclete de vez em quando, mas se você mascar muitos chicletes ao dia, provavelmente sua saúde será prejudicada. O indicado é mascar, no máximo, um chiclete por dia.

Fonte: http://www.eparema.com.br/verdades-e-mitos/mascar-chiclete-faz-mal-para-o-estomago

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mulheres sentem realmente mais dor que os homens?

Uma nova pesquisa da Universidade de Stanford indica que, mesmo quando homens e mulheres têm a mesma doença, as mulheres parecem sofrer mais com a dor.

Sabe-se há bastante tempo que certas moléstias da dor, como a fibromialgia (dor crônica que se manifesta especialmente nos tendões e nas articulações), a enxaqueca e a síndrome do intestino irritável, são mais comuns em mulheres que nos homens. E a dor crônica após o parto é surpreendentemente comum: o Instituto de Medicina da Academia de Ciências dos Estados Unidos (IOM) descobriu recentemente que 18% das mulheres que fazem cesarianas e 10% das que fazem partos normais relatam ainda ter dor um ano depois do parto. Mas uma nova investigação da Universidade de Stanford indica que, mesmo quando homens e mulheres têm a mesma doença -seja ela um problema nas costas, uma artrite ou uma sinusite -, as mulheres parecem sofrer mais com a dor.

Está acontecendo uma epidemia de dor crônica. No ano passado, o IOM estimou que ela aflige 116 milhões de norte-americanos, muito mais do que se acreditava anteriormente. Mas essas últimas descobertas, que os cientistas acreditam ser o maior estudo até hoje a comparar níveis de dor em homens e em mulheres, levantam novas questões sobre se as mulheres estão suportando uma carga desproporcional de dor crônica e apontam a necessidade de uma pesquisa em dor mais atenta a questões de gênero.
O estudo, publicado na revista The Journal of Pain, analisa dados dos registros médicos eletrônicos de 11 mil pacientes cujos índices de dor foram gravados como parte rotineira de seus tratamentos. Para obter tais índices, os médicos pedem aos pacientes que descrevam sua dor numa escala de zero, para nenhuma dor, a dez, "a pior dor imaginável".

Para 21 das 22 doenças com tamanhos de amostras suficientemente grandes para uma comparação significativa, os pesquisadores descobriram que as mulheres relatavam níveis maiores de dor que os dos homens. Em casos de dores nas costas, as mulheres relatavam uma pontuação de 6,03, enquanto os homens ficavam em 5,53. Para dores nas juntas e dores inflamatórias, a média foi de 6 para mulheres e 4,93 para os homens. As mulheres também comunicaram níveis de dor razoavelmente mais altos em casos de diabetes, hipertensão, traumas no tornozelo e mesmo sinusites.

Para diversos diagnósticos, o índice de dor média das mulheres era ao menos um ponto mais alto que o dos homens, o que é, do ponto de vista clínico, considerado uma diferença significativa. De modo geral, os níveis de dor eram vinte por cento mais altos que os dos homens. Infelizmente, esses dados não oferecem pistas sobre por que as mulheres relatam níveis de dor mais altos. Uma possibilidade é que os homens foram socializados para subnotificarem a dor. Mas o autor principal do estudo, Atul Butte, professor associado da faculdade de medicina de Stanford, disse que a explicação provavelmente não passará pelas diferenças de gênero.

"Se é, de fato, possível imaginar um viés tão grande", diz ele, "recortando tantos estudos, com milhares de pacientes, ainda é difícil acreditar que os homens sejam assim. É preciso considerar as causas biológicas da diferença".

Um relatório extensivo de 2007, feito pela Associação Internacional para o Estudo da Dor, citou estudos mostrando que seis hormônios podem ter papel especial nas respostas algésicas. De fato, algumas das diferenças de gênero, particularmente no que se refere à dor de cabeça e dor abdominal, começam a diminuir quando as mulheres chegam à menopausa. Pesquisas apontam também que homens e mulheres respondem de modo diferente à anestesia e a analgésicos, relatando níveis diferentes de eficácia e de efeitos secundários. Isso reforça a ideia de que homens e mulheres vivenciam a dor de maneiras diferentes.

Uma razão para a falta de informação sobre diferenças de sexo é que muitos estudos de dor, tanto em animais quanto em humanos, são feitos apenas em machos. Uma análise descobriu que 79% dos estudos de animais publicados numa revista por mais de uma década incluíam apenas indivíduos do sexo masculino, comparado a 8% que usaram apenas animais fêmeas. Soma-se a isso que experimentos de teste de dor em homens e mulheres mostraram que normalmente há limiares de dor diferentes para vários tipos de dor. Em geral, as mulheres relatam níveis de dor mais altos para dores provenientes de pressão e de estímulos elétricos, e menos dor quando a fonte é de calor.

Melanie Thernstrom, representante de pacientes no comitê de dor do Instituto de Medicina de Vancouver, no estado norte-americano de Washington, diz que a nova pesquisa "realmente ilumina a necessidade de mais e melhores tratamentos, que tenham em vista as especificidades dos gêneros, e a necessidade de mais pesquisas para entender por que os cérebros das mulheres processam a dor de maneira diferente dos homens". Alguns pesquisadores acreditam que a experiência da dor nas mulheres pode ser até mais complicada. As mulheres que deram à luz, por exemplo, podem ter um limiar diferente para "a pior dor de todas", fazendo com que subnotifiquem certos tipos de dor. 

A conclusão, diz Butte, é que se sabe muito pouco sobre como os homens e as mulheres vivenciam a dor e que é necessário mais estudo para que o tratamento de dor possa ser ajustado às necessidades de cada paciente. "Se os médicos tiverem um limiar para quando dão uma dose ou começam uma medicação", diz ele, "pode-se imaginar que o número que estão usando é alto demais ou baixo demais porque uma pessoa pode ter mais dor do que está dizendo". "No final das contas, trata-se daquilo que o cérebro percebe como dor."

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI5610009-EI8399,00-Mulheres+sentem+realmente+mais+dor+que+os+homens.html

terça-feira, 1 de maio de 2012

Como os felinos conseguem enxergar no escuro?


Na escuridão total, eles não vêem quase nada, mas são capazes de enxergar com muito pouca luz - o equivalente a algo entre 40% e 50% a mais que nós, humanos. Há mais de uma razão para isso.

A primeira é que seus olhos têm uma estrutura refletora - chamada região tapetal - que provoca uma dupla estimulação dos receptores responsáveis pela percepção de cores e formas: os cones e bastonetes (que os felinos, ainda por cima, têm três vezes mais que os humanos). "O reflexo dessa camada espelhada é que produz aquele brilho esverdeado que vemos à noite nos olhos dos gatos", diz o veterinário Paulo Sérgio Moraes de Barros, da USP. (O mesmo princípio é utilizado nos sinalizadores de estradas, batizados, com toda propriedade, de olhos-de-gato!)

Além disso, a pupila do gato dilata três vezes mais que a humana, permitindo a entrada máxima de luz bem nos momentos em que esses animais saem à caça: aurora e crepúsculo. Em compensação, quando exposta ao sol, a pupila se reduz a uma fenda mínima, contrabalançando essa hipersensibilidade à luz. Assim, durante o dia a visão dos gatos não é tão boa quanto a de seus donos. Eles distinguem mal as cores e não enxergam bem de longe.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-os-felinos-conseguem-enxergar-no-escuro

Por que choramos?

As causas "emocionais" para o choro são várias: para aliviar tensões e desabafar, porque somos empáticos, por compaixão, quando sentimos dor, para chamar a atenção e até mesmo por felicidade. Mas o certo é que não se conhecem exatamente as causas pelas quais o chorar desempenha esta função. Suspeita-se que se trate de um modelo aprendido, isto é, quando s circunstâncias que envolvem este modelo se repetem, o cérebro enviaria a ordem para chorar e o mecanismo se ativaria.

De fato, o homem parece ser o único animal que chora quando se emociona. Isto tem dado margem para que alguns cientistas classifiquem as lágrimas em "causadas por irritação" e "emocionais", ainda que sua produção e composição sigam o mesmo mecanismo fisiológico, e elas sejam distintas apenas por suas causas. Cabe dizer também que algumas emoções, como o riso muito forte, podem fazer com que fechemos os olhos pressionando-os, o que provoca a liberação de lágrimas. Esta, portanto, não seria uma ordem direta do cérebro. 

O que se sabe com segurança é que as lágrimas cumprem a importante função fisiológica de proteger os olhos. Nossas lágrimas atuam como lubrificantes, evitando que o globo ocular se resseque, como anti-séptico - já que o sal que contêm é um ótimo desinfetante - e também ajudam a retirar qualquer tipo de impureza que possa vir a se instalar em nossos olhos. Este funcional sistema lacrimal é composto pelas glândulas lacrimais (que produzem o fluído da lágrima) e condutores excretores lacrimais (que segregam as lágrimas cada vez que fechamos os olhos)

Fonte:  http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI119468-EI1426,00-Por+que+choramos.html